CASA COMUM
MAISON COMMUNE — COMMON HOMEO projeto nasce de materiais gráficos recolhidos gratuitamente por Rita RA em Paris entre 2023 e 2025 — catálogos, cartazes, revistas, panfletos e outros vestígios impressos que circulam pela cidade.
Entre 2023 e 2024, enquanto trabalhava num atelier em Bagnolet, no bairro de La Noue, Rita recolheu materiais provenientes de diferentes contextos sociais e culturais, desde centros sociais e espaços da periferia até instituições como o Palais de Tokyo, Centre 104, Centre Pompidou. Paralelamente, viveu e trabalhou na rue Sainte-Anne, onde exerceu design gráfico para a agência Artcento, ligada ao mercado da arte e a instituições como a Galerie Turquin e o Hôtel Drouot. Deste universo, reuniu catálogos e outros materiais impressos marcados por códigos de valor, raridade e distinção.
O projeto aproxima estes dois universos visuais — a margem e o centro, a produção quotidiana e o mercado da arte — criando uma reflexão sobre as fraturas sociais e espaciais da cidade e sobre as vidas e trabalhos invisíveis que a sustentam.
A partir destes materiais, Rita constrói uma grande colagem-cenografia colaborativa, apresentada na escola de artes A BASE, onde funciona como uma cenografia viva e espaço de encontro, acompanhada por uma programação paralela entre 24 de junho e 31 de outubro de 2026.
Entre 2023 e 2024, enquanto trabalhava num atelier em Bagnolet, no bairro de La Noue, Rita recolheu materiais provenientes de diferentes contextos sociais e culturais, desde centros sociais e espaços da periferia até instituições como o Palais de Tokyo, Centre 104, Centre Pompidou. Paralelamente, viveu e trabalhou na rue Sainte-Anne, onde exerceu design gráfico para a agência Artcento, ligada ao mercado da arte e a instituições como a Galerie Turquin e o Hôtel Drouot. Deste universo, reuniu catálogos e outros materiais impressos marcados por códigos de valor, raridade e distinção.
O projeto aproxima estes dois universos visuais — a margem e o centro, a produção quotidiana e o mercado da arte — criando uma reflexão sobre as fraturas sociais e espaciais da cidade e sobre as vidas e trabalhos invisíveis que a sustentam.
A partir destes materiais, Rita constrói uma grande colagem-cenografia colaborativa, apresentada na escola de artes A BASE, onde funciona como uma cenografia viva e espaço de encontro, acompanhada por uma programação paralela entre 24 de junho e 31 de outubro de 2026.
The project emerges from graphic materials freely collected by Rita RA in Paris between 2023 and 2025 — catalogues, posters, magazines, flyers and other printed traces circulating throughout the city.
Between 2023 and 2024, while working in a studio in Bagnolet, in the La Noue neighbourhood, Rita collected materials from different social and cultural contexts, ranging from social centres and peripheral spaces to institutions such as the Palais de Tokyo, Centre 104 and Centre Pompidou. At the same time, she lived and worked on rue Sainte-Anne, where she worked as a graphic designer for Artcento, an agency connected to the art market and institutions such as Galerie Turquin and Hôtel Drouot. From this context, she gathered catalogues and other printed materials marked by codes of value, rarity and distinction.
The project brings these two visual worlds together — the margins and the centre, everyday production and the art market — creating a reflection on the social and spatial fractures of the city, and on the lives and forms of labour that remain invisible while sustaining it.
Using these materials, Rita creates a large-scale collaborative collage-scenography, presented at the art school A BASE, where it functions as a living scenography and a space for encounter, accompanied by a parallel programme running from 24 June to 31 October 2026.
Between 2023 and 2024, while working in a studio in Bagnolet, in the La Noue neighbourhood, Rita collected materials from different social and cultural contexts, ranging from social centres and peripheral spaces to institutions such as the Palais de Tokyo, Centre 104 and Centre Pompidou. At the same time, she lived and worked on rue Sainte-Anne, where she worked as a graphic designer for Artcento, an agency connected to the art market and institutions such as Galerie Turquin and Hôtel Drouot. From this context, she gathered catalogues and other printed materials marked by codes of value, rarity and distinction.
The project brings these two visual worlds together — the margins and the centre, everyday production and the art market — creating a reflection on the social and spatial fractures of the city, and on the lives and forms of labour that remain invisible while sustaining it.
Using these materials, Rita creates a large-scale collaborative collage-scenography, presented at the art school A BASE, where it functions as a living scenography and a space for encounter, accompanied by a parallel programme running from 24 June to 31 October 2026.
Para criar esta peça colaborativa única, são desenvolvidas Oficinas de Composição Visual baseadas em exercícios de cadavre exquis*. As oficinas destinam-se a particulares, instituições, empresas e a todos os que desejam participar neste gesto, independentemente da idade ou condição.
* Cadáver exquisito, é uma técnica artística inventada pelos surrealistas. André Breton, um dos principais fundadores do surrealismo, relatou que começou por ser uma brincadeira, mas tornou-se lúdica e, eventualmente, enriquecedora. O nome deriva de uma frase que surgiu quando os surrealistas jogaram pela primeira vez: "Le cadavre exquis boira le vin nouveau" ("O cadáver esquisito beberá o vinho novo"). Henry Miller costumava jogar para passar o tempo em cafés franceses durante a década de 1930. Trata-se de um método pelo qual uma coleção de palavras ou imagens é reunida coletivamente. Cada colaborador contribui para a composição em sequência, seja seguindo uma regra ou tendo permissão para ver apenas o final da contribuição da pessoa anterior.
* Cadáver exquisito, é uma técnica artística inventada pelos surrealistas. André Breton, um dos principais fundadores do surrealismo, relatou que começou por ser uma brincadeira, mas tornou-se lúdica e, eventualmente, enriquecedora. O nome deriva de uma frase que surgiu quando os surrealistas jogaram pela primeira vez: "Le cadavre exquis boira le vin nouveau" ("O cadáver esquisito beberá o vinho novo"). Henry Miller costumava jogar para passar o tempo em cafés franceses durante a década de 1930. Trata-se de um método pelo qual uma coleção de palavras ou imagens é reunida coletivamente. Cada colaborador contribui para a composição em sequência, seja seguindo uma regra ou tendo permissão para ver apenas o final da contribuição da pessoa anterior.
In order to create this unique collaborative piece Rita is developing Visual Composition Workshops based on cadavre exquis* exercices. With individuals, institutions, companies and everyone who wants to be part of this gesture regardless of their age and condition.
*Cadavre exquis or Exquisite Corpse is an art technique invented by the surrealists. Surrealism principal founder André Breton reported that it started for fun, but became playful and eventually enriching.The name is derived from a phrase that resulted when Surrealists first played the game, "Le cadavre exquis boira le vin nouveau." ("The exquisite corpse shall drink the new wine." Henry Miller often played the game to pass time in French cafés during the 1930s. It is a method by which a collection of words or images is collectively assembled. Each collaborator adds to a composition in sequence, either by following a rule or by being allowed to see only the end of what the previous person contributed.
*Cadavre exquis or Exquisite Corpse is an art technique invented by the surrealists. Surrealism principal founder André Breton reported that it started for fun, but became playful and eventually enriching.The name is derived from a phrase that resulted when Surrealists first played the game, "Le cadavre exquis boira le vin nouveau." ("The exquisite corpse shall drink the new wine." Henry Miller often played the game to pass time in French cafés during the 1930s. It is a method by which a collection of words or images is collectively assembled. Each collaborator adds to a composition in sequence, either by following a rule or by being allowed to see only the end of what the previous person contributed.
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Participantes:
Aksel Ikni, Alaïs Path-Laplagne, Aline Fansa, Alessandra Gaglioti, Alexia Perineau, Alice Walker, Ana Carina Jerónimo, Ana Margarida Rodrigues, Ana Paiva, Ana Rita R. Andrade, Anna Chiara Palermo, Antoniete Ascenso da Cunha, António Wemans, Anya Zabar, Apolinário Passos, Arthur Adrien, Assunção Sampayo, Bárbara Carvalho, Bolaji Ogunroye, Brunet Adrien, Carina Branco, Carmo Sousa Rego, Carolina E. Santo, Catarina Guerra, Catarina Oliveira, Catarina Pinto Leite, Cátia Fernandes, Contança Turquin Varela, Corey Breier, Daniela Rodrigues, Dara Morgana, Elena Vertegel, Éric Queiroz, Félicia Dotsé, Fidji Laplagne, Filipa Baptista, Filipa Pestana, Firmino Duarte, Fleur Scholten, Ghita Aa, Giacomo Isidori, Graça Cordeiro Ferreira, Hannah Wijmenga, Héloïse Fritz, Hifa Fansa, Ieva Ragauskaite, Inês Cunha Carvalho, Inês Dias, Inês Santiago, Ines Zabar, José Cortez, José Sottomayor, José Varela, Juliana Sabogal, June Path-Laplagne, Kaamila Lorgat, Kay Bonomi, Laetitia Ikni, Lars Karbø, Leal Pereira, Léandre Path-Laplagne, Liv Path-Laplagne, Lobke Peeters, Louise Renaudin, Luciene Gomes da Silva, Luísa Malta Romeiras, Luna Isaias, Madalena Meneses, Manuel Morais, Maria Carvalho, Maria Leonor Ferreira, Maria Norton, Margarida Moreira, Martha Tavares, Maylis Fritz, Mercedes Castro Corbat, Naira Lorgat, Noémie Kempf, Olga Mironenko, Patrícia Mégre Potes, Paula Velhinho, Pedro Rebelo de Andrade, Pilar Duarte Silva, Prosenjit Gihosh, Raphaël Branco, Raya, Rita Ansone, Rita Pierre, Rodrigo Barreiros Ferreira, Rodrigo Vaz Pinto, Ruth de Peroy, Sabine Santana, Samuel Path, Sancha Cordeiro Ferreira, Sara Sousa Wemans, Saurabh Narang, Sebnem Erener, Shaquira Bagas, Sílvia dos Santos, Simão Varela, Simon Haberfellner, Sue-Li Tasker Yeo, Tão Cordeiro Ferreira, Teresa Blanco, Teresa Supico, Tiago Antunes, Theo Rosa, Tinka van Trier, Tita Cordeiro Ferreira, Tomás Rebelo de Andrade, Tuuli Utriainen, Venina Ascenso da Cunha, Vicente Saraiva, Wawi, Xavier Varela (115)Workshops:
16.09.2026: EB2/3 MANUEL DA MAIA (A BASE) — Lisboa
14.09.2026: EB2/3 MANUEL DA MAIA (A BASE) — Lisboa
24.06.2026: A BASE — Lisboa
17.08.2026 C. VILLA MONSERRAT — Sintra
13.12.2025 LA GRANGE, MAISON DU CANAL 10e — Paris
09.12.2025 MAISON Sam&Fidji — Paris
15.03.2025 FEŸTOPIA — Joigny
22.02.2025 ESPACIO HILANDO — Madrid
15.02.2025 CASA DO COMUM — Lisboa
02.01.2025 RESTAURANTE 1.º DIREITO — Lisboa
24.08.2024 MAISON R&A — Oeiras
Parcerias e apoios:









